segunda-feira, 9 de junho de 2014

ESTRUTURA DO TRABALHO

1. ESTRUTURA DO TRABALHO
Estrutura do trabalho científico e acadêmico.
1.1 CAPA: é a proteção externa do trabalho, normalmente padronizada pelos curso.
1.2 FOLHA DE ROSTO: é a folha que apresenta os elementos essenciais à identificação do trabalho (anexo A e B)
1.3 VERSO DA FOLHA DE ROSTO: ficha catalográfica.
1.4 FOLHA DE APROVAÇÃO: autor, título, aprovado em ... , nome do orientador, banca examinadora.
1.5 DEDICATÓRIA: a critério do autor.
1.6 AGRADECIMENTO: é interessante que sejam feitos agradecimentos a pessoas e instituições
1.7 SUMÁRIO: relação das principais divisões do trabalho na ordem em que aparecem no texto.
1.8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES: localiza-se após o sumário, em página própria. Relaciona figuras, tabelas, quadros e gráficos, na ordem em que aparecem no texto, indicando o número, o título e a página onde se encontram (Anexo C). Se houver poucas ilustrações de cada tipo, todas podem ser colocadas em uma página só.
1.9 LISTA DE SIGLAS, ABREVIATURAS E SÍMBOLOS: devem ser ordenadas alfabeticamente, seguidas de seus significados. Usar uma nova página para cada lista (NB – 14:08.05.001).
1.10 RESUMO: é a apresentação resumida, clara e concisa do texto, destacando-se os aspectos de maior interesse e importância. Deve ser redigida de forma impessoal, não excedendo 500 palavras. O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do trabalho.
1.11 ABSTRACT: é a tradução para uma língua estrangeira do resumo.
2. DIVISÃO DO TRABALHO
O trabalho é dividido em introdução, texto e pós-texto.
2.1 INTRODUÇÃO: onde é definido o propósito do trabalho e como pretende-se desenvolvê-lo.
2.2 TEXTO
2.2.1 CORPO DO TRABALHO: é o texto propriamente dito, onde o assunto é apresentado e desenvolvido.
2.1.2 CONCLUSÃO: fecha com a introdução e diz o que foi pretendido, o que foi alcançado e em que grau.
2.3 PÓS-TEXTO
2.3.1 BIBLIOGRAFIA OU REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: consultada, citada ou recomendada.
2.3.2 ANEXOS: todo o material que poderia estar no texto, mas por algum motivo é deslocado para aqui. A indicação dos anexos é feita com letras maiúsculas. Ex.: Anexo A, Anexo B.
2.3.3 APÊNDICES: o que não é fundamental ao texto, mas que pode servir de apoio ao mesmo.
2.4 GLOSSÁRIO: lista em ordem alfabética de palavras especiais, pouco conhecidas, obscuras ou de uso restrito.
2.5 ÍNDICE: colocado no final do trabalho, é remissivo ao texto, podendo ser por autor, assunto, palavras-chave etc.
2.6 NOTAS DE RODAPÉ: destinam-se a prestar esclarecimentos, comprovar uma afirmação ou justificar uma informação que não deve ser incluída no texto. As notas devem limitar-se ao mínimo necessário. As notas de rodapé são colocadas no pé da página, separadas do texto por uma linha de aproximadamente 1/3 da largura útil da página, a partir da margem esquerda. A indicação da remissiva para rodapé deve ser feita com números em expoente. 
Exemplo: ( ² )

3. APRESENTAÇÃO FÍSICA
3.1 PAPEL: A4 (210x297mm)
3.2 ESPAÇOS: no texto, usar preferencialmente o espaço duplo (2 cm) ou um e meio (1,5 cm), dependendo exclusivamente do que determina sua faculdade ou professor. Nas citações até quatro linhas, usar aspas e espaços iguais ao texto. Nas que tiverem mais de quatro linhas, usar espaço um e margem à esquerda de (15). O fim de uma seção e o cabeçalho da próxima são separados por espaços extras.
Observação: quando uma seção terminar próxima ao fim de uma página, colocar o cabeçalho da próxima seção na página seguinte.
3.3 MARGENS: superior e esquerda, 3 cm; inferior e direita, 2 ou 2,5 cm.
3.4 PAGINAÇÃO: seqüencial ao alto e à direita da folha, em algarismos arábicos, aparecendo a indicação e contando as páginas a partir do texto. Bibliografia, anexos, apêndices, glossário, índice etc. devem ser incluídos na numeração seqüencial das páginas.
3.5 LETRAS: usar um tipo de letra que seja de fácil leitura (Times New Roman ou Arial). Evitar usar itálico no texto: use somente em termos científicos e palavras estrangeiras.
4. NUMERAÇÃO PROGESSIVA
A numeração progressiva tem por objetivo descrever as partes de um documento, de modo a permitir a exposição mais clara das divisões e subdivisões do texto, a seqüência, importância e inter-relacionamento da matéria e permitir a localização imediata de cada parte.
4.1 SEÇÕES: são as partes em que se divide o texto de um documento.
4.2 SEÇÕES PRIMÁRIAS: principais divisões do texto de um documento, denominadas "capítulos".
seção primária: 1
4.3 SEÇÕES SECUNDÁRIAS, TERCIÁRIAS, QUATERNÁRIAS, QUINÁRIAS: divisões de texto de uma seção primária, secundária, terciária etc., respectivamente.
seção secundária: 1.1 ou 1.1.1.
São empregados algarismos arábicos na numeração.
1.2.3.4.
Pode ser usada letra maiúscula do alfabeto latino, seguido de parênteses para subdividir itens que são importantes, mas que não são considerados seções.
Ex.: capítulo 1
seção 1.1
alínea a)
Recomenda-se não subdividir demasiadamente as seções, a fim de que a clareza e a concisão do texto não sejam comprometida.
5. APRESENTAÇÃO DE CITAÇÕES EM DOCUMENTOS
Menção no texto de uma informação colhida em outra fonte. Pode ser uma transcrição ou paráfrase, direta ou indireta, de fonte escrita ou oral.
As citações são elementos (partes, frases, parágrafos etc.) retirados dos documentos pesquisados durante a leitura da documentação e que se revelam úteis para sustentar o que se afirma pelo autor no decorrer do seu raciocínio. Ex.: (Severino, 1992, p. 85). "As citações bibliográficas devem ser: exatas, precisas, e averiguáveis por todos. Através delas é possível identificar e localizar a fonte." Elas podem aparecer no texto (autor, ano, páginas) ou em notas de rodapé.
5.1 TIPOS DE CITAÇÃO
5.1.1 CITAÇÕES FORMAIS OU DIRETAS OU TRANSCRIÇÃO: quando transcrevem literalmente trechos de obras. Devem aparecer entre aspas, respeitando pontuação e ortografia. São apresentadas em forma de referências bibliográficas, acompanhadas de indicações exatas dos documentos de onde foram recolhidas, uma vez que "a virtude fundamental do citador é a fidelidade" (Salvador, 1978, p. 206)
5.1.2 CITAÇÕES CONCEPTUAIS OU INDIRETAS OU PARÁFRASE; CITAÇÃO LIVRE DO TEXTO: quando sínteses pessoais reproduzem fielmente as idéias de outros autores. Não é necessário indicar a página, simplesmente o sobrenome do autor e a data de publicação do trabalho. Ex.: conforme Fontes (1987).
Em caso de citação de dois ou mais trabalhos do mesmo autor com o mesmo ano de publicação, diferenciar cada um utilizando letras minúsculas junto a data.
Ex.: Souza, 1978
000Souza, 1978a
5.1.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO: quando for absolutamente indispensável a menção a um trabalho ao qual o autor não teve acesso, mas do qual tomou conhecimento apenas por estar citado em outra publicação. Para simplificar a forma de apresentação é necessário o emprego da expressão latina "Apud" no texto. Ex.: Silva (1978) Apud Souza (1985).
  • No texto:
BRADLEY Apud ARMITAGE (1991)
  • Na bibliografia:
ARMITAGE, W. J. Supply of corneab issue in the United Kingdon Br. Journal Ophitalmology, v. 74, p. 650-3, 1991.
As citações devem se ater ao essencial:
a) Elipse ou supressões: é permitida a omissão de palavras na citação quando seu sentido não é alterado. Tal omissão é indicada por reticências entre parênteses (...). Quando são omitidos um ou diversos parágrafos, deve-se usar uma linha pontilhada. Assim:...........................................................................................................
b) Interpolação ou comentários: a exatidão é fundamental na citação. Portanto, qualquer correção ou observação feita deve ser indicada corretamente. Corrige-se da seguinte forma:
  • inserindo a expressão "sic" entre colchetes ou parênteses: (sic), [ sic] ;
  • inserindo a correção entre colchetes ou parênteses: [...]
  • inserindo frases indicando a correção, entre colchetes ou parênteses. Quando for utilizado o grifo (negrito, itálico etc.), isto deve ser mencionado: (grifo do autor) ou (grifo meu)
  • é indispensável mencionar os dados necessários à identificação da fonte da citação. Estes dados devem aparecer no texto e listas no fim de texto.
OBSERVAÇÕES:
  • Qualquer obra utilizada, citada ou não no texto, deverá aparecer na bibliografia final.
  • A chamada ou entrada usada no texto deve ser a mesma na bibliografia.
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
6.1 DEFINIÇÃO: conjunto de indicações precisas e minuciosas, retiradas do próprio documento, permitindo sua identificação no todo ou em parte. Os elementos de referência bibliográfica de documentos (livros, textos, periódicos, anais de congressos, folhetos etc.) considerados no todo ou em parte devem ser retirados sempre que for possível da folha de rosto da obra consultada. Dividem-se em essenciais e complementares.
6.2 ELEMENTOS
6.2.1 ESSENCIAIS: são informações indispensáveis à identificação do documento. Estão estritamente ligados ao suporte documental e variam, portanto, conforme o tipo de documento. Ex.: autor, título, local, editora, data de publicação, página inicial e final (quando se tratar de capítulos ou partes de um documento).
6.2.2 COMPLEMENTARES: são informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor caracterizar o documento. Ex.: edição, editor, páginas, porte físico, ilustrações, dimensões, série. Todos estes elementos juntos permitem caracterizar, localizar e datar publicações referenciadas em bibliografias, resumos e/ou recensões
6.3 LOCALIZAÇÃO: a referência bibliográfica pode aparecer:
no fim de texto ou de capítulo.
6.4 ORGANIZAÇÃO: as referências bibliográficas são organizadas em ordem alfabética por sobrenomes de autores, títulos ou assuntos, sempre observando a entrada que foi dada no texto.
6.5 PONTUAÇÃO: deve ser uniforme para todas as referências.
a) Os vários elementos da referência bibliográfica (nome do autor, título da obra, edição, notas tipográficas - imprensa - , notas bibliográficas e notas especiais) devem ser separados, entre si, por ponto seguido de dois espaços.
Ex.: SILVA, João da. A história da moeda. 3. ed.
b) Os elementos das notas tipográficas (local, editor, data) e bibliográficas devem ser separadas, entre si, por dois pontos. Datas são separadas por vírgula.
Ex.: São Paulo, Atlas, 1986
c) A nota de série e/ou coleção é, por tradição, apresentada entre parênteses, indicando-se os títulos e sua numeração.
Ex.: (Série os historiadores)
(Os economistas)
(Texto para discussão, 31)
d) Ligam-se por hífen as páginas inicial e final das partes referenciadas, bem como as datas-limites de determinado período da publicação.
Ex.: p. 55-68
e) Ligam-se por barra transversal as datas-limite do período a que se refere a publicação referenciada.
Ex.: 1976/1989
6.6 TIPOS OU FONTE (ESTILO DE LETRA): empregam-se maiúsculas (tipo caixa alta) nos sobrenomes dos autores individuais, nos nomes de entidades coletivas, nos títulos de periódicos e na primeira palavra do título quando constituírem a entrada da referência.
6.7 ELEMENTOS DE REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
6.7.1 AUTORIAS:
a) Autor pessoal: responsável pela criação, conteúdo intelectual ou artístico de um documento. Inicia-se a entrada pelo último sobrenome do autor, em letra maiúsculas, seguido pelo(s) nome(s). Emprega-se vírgula entre o sobrenome e o(s) nome(s). Os nomes são transcritos como aparecem nos documentos.
Ex.: SILVA, L
TEIXEIRA, J. S.
b) Sobrenomes ligados por hífen: DUQUE-ESTRADA, O.
c) Sobrenomes que indicam parentesco: ARARIPE JÚNIOR, I. A.
FERRARI FILHO, H.
d) Sobrenomes compostos de um adjetivo mais um substantivo.
Ex.: CASTELO BRANCO, C.
ESPÍRITO SANTO, H.
SANTA CRUZ, A.
e) Sobrenomes cuja forma composta é a mais conhecida:
EÇA DE QUEIROZ, J. M.
MACHADO DE ASSIS, A. M.
f) Sobrenomes espanhóis:
GARCÍA MÁRQUEZ, G.
RODRIGUEZ LARA, J.
g) Documentos elaborados por um autor, dois autores, três autores, mais de três autores:
HUNT, L.
HUNT, L. ; HUBBERMAN, J.
HUNT, L. ; HUBBERMAN, J. ; SILVA, M.
6.7.2 ENTRADA COLETIVA
Autor, entidade, instituição(ões), organização(ões), empresa(s), comitê(s), entre outros, responsável(eis) por publicação em que não se distingue autoria pessoal. Trabalhos de cunho administrativo ou legal. Ex.:
No texto:
(FUNDAÇÃO, 1982, p.57)
Na bibliografia:
FUNDAÇÃO DE ECONOMIA E ESTATÍSTICA. Agricultura no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: 1982 (25 Anos da Economia Gaúcha, v. 3)
6.7.3 Quando a entidade coletiva é hierarquicamente vinculada aos governos federal (Ministério), estadual e municipal (Secretarias), conselhos e universidades:
No texto:
BRASIL (1995, p.125)
RIO GRANDE DO SUL (1996, p.101)
PORTO ALEGRE (1997, p.27)
CONSELHO (1987, p.5)
UNIVERSIDADE (1985, p.30)
Na bibliografia:
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. A educação no Brasil ano 2000. Brasília: 1995. 223 p.
RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Agricultura. Agricultura em números. Porto Alegre: 1995. 193 p.
PORTO ALEGRE. Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Departamento Municipal de Águas e Esgotos. Relatório anual. Poro Alegre: 1997. 190 p.
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Currículos mínimos de cursos de graduação. 8 ed. rev. atual. Brasília: 1987. 498 p.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Estatuto, regimento geral. Porto Alegre: 1985. 74 p.
6.7.4 Trabalho apresentado em eventos (congressos, encontros, simpósios etc.):
MALDONADO FILHO, E. A transformação de valores em preço de produção e o fenômeno da absorção e liberação de capital produtivo. In: ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA, 15. Salvador: ANPEC, 1-4, dez. 1975. Anais... p. 157-75.
6.7.5 Evento no todo:
SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES, 13. 1995. Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG, 1995. 655 p.
6.7.6 Eventos em meio eletrônico, no todo ou em parte:
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPel, 4. 1995. Recife. Anais eletrônicos... Recife: UFPel, 1996. Disponível em http://www.propesq.ufpel.br/anais/anais.htm. Acesso em 21/jan/97.
GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária. In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10. 1998. Fortaleza. Anais...Tec Tralha, 1999. 1 CD.
6.7.7 Publicações anônimas ou não assinadas: entrar diretamente pelo título, sendo a primeira palavra em maiúscula.
ANTOLOGIA Latina. 6 ed. Madrid: Credos, 1968. 291 p.
6.7.8 Coletânea de textos:
Autor, coordenador, editor diferentes da parte referenciada:
BACHA, L. Hierarquia e remuneração gerencial. In: TOLIPAN, R. ; TINELLI, A. C. A Controvérsia sobre Distribuição de Renda e Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar: 1975. p. 124-55 (Biblioteca de Ciências Sociais)
BERTOLA, G. ; CAVALLERO, R. Sustainable intervention polices and exchange rate dinamics. In: KRUGMAN, P. e MILLER, M. (eds) Exchange Rate Target and Currency Banks. Cambridge: University Cambridge, 1992.
Autor, coordenador, editor igual ao autor da parte referenciada.
GAROFALO, L. ; CARVALHO, C. Teoria Microeconômica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1986. Cap. 4 Os modelos de formação de preços. p.338-59.


ASPECTOS NORMATIVOS DO PRÉ-PROJETO

ASPECTOS NORMATIVOS DO PRÉ-PROJETO

PROJETO DE PESQUISA ACADÊMICO
O projeto de pesquisa é o instrumento através do qual o pesquisador vai viabilizar a solução de um problema de pesquisa identificado. Deve ser apresentado de maneira clara e resumido, com no máximo 20 folhas digitalizadas em espaço 1,5 ajustado às características da área de conhecimento. Deve conter, sempre que possível: Título ou Tema; Introdução; justificativas; objetivos: Geral e Específicos; Hipóteses ou Questões Técnicas Científicas; Revisão da literatura ou Revisão Bibliográfica; Metodologia; Cronograma das Atividades; Perspectivas de Resultados e Referências Bibliográficas.

O QUÊ?  OBJETO DE ESTUDO
TEMA - aquilo que se pretende estudar, analisar, interpretar ou verificar, de modo geral.
OBJETO DE ESTUDO - o enfoque especial (viés, perspectiva, abordagem, ponto de vista,...), em face das diversas ciências que possuem o mesmo objeto material.
INTRODUÇÃO (Caracterização do problema focalizado pelo projeto):Caracterizar e definir o contexto da proposta, identificando claramente o problema ou a oportunidade visualizada pela pesquisa. Descrever alternativas de solução, isto é, possíveis abordagens que podem ser empreendidas e explicar porque a estratégia proposta pelo projeto é a mais adequada e capaz de superar as limitações atuais e atender às expectativas dos beneficiários, levando em conta o contexto social, ambiental, técnico-científico, político e econômico do meio onde vai atuar.

DELIMITAÇÃO DO OBJETO DE ESTUDO.
HIPÓTESE (S) – corresponde a uma idéia prévia de solução do problema indicado pelo aluno/a pesquisador/a em relação ao trabalho que pretende desenvolver.
POR QUÊ?  JUSTIFICATIVA
RELEVÂNCIA (pertinência),
VIABILIDADE (recursos pessoais, materiais e técnicos)
ORIGINALIDADE (busca da origem)
Apresentação do quadro teórico sobre o assunto, revelando preocupação em distinguir a característica comum ou as leis gerais que regem determinados fenômenos.
OBJETIVOS: Os objetivos devem ser expressos de forma clara, concisa, em termos de impacto ou resposta às questões mais relevantes do problema abordado ou da oportunidade focalizada. Devem ser inovadores, ambiciosos e exeqüíveis, embora envolvam riscos e incertezas. Apresentar o(s) objetivo(s) geral(is) do projeto separadamente dos objetivos específicos.
OBJETIVO GERAL: Enunciam de forma abrangente as finalidades do projeto.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Definem os tipos de resultados que se esperam com a implantação do projeto e que levarão ao alcance do objetivo geral.
COMO?  PROCEDIMENTOS
MÉTODO - aspecto lógico - (meta - através de todos caminhos) procedimentos, operações intelectuais: estudar, analisar, interpretar, verificar; conjunto de meios ou processos empregados pelo espírito humano para a investigação, a descoberta ou comprovação da verdade científica.
METODOLOGIA - aspecto técnico - processos de manipulação de fatos ou fenômenos, a maneira mais adequada de se operar em cada caso específico.
PARA QUÊ?
OBJETIVO, FINALIDADE, APLICABILIDADE, RESULTADOS ESPERADOS.
Uma pesquisa busca resolver problemas específicos; gerar teorias; avaliar teorias existentes.
CRONOGRAMA – é o guia, o roteiro que deverá estar sempre junto do pesquisador, pois como o próprio nome já diz, contém a ordem lógica que será desenvolvido o plano de atividades.


SIGNIFICADO DAS ESTRUTURAS QUE COMPÕEM UM TRABALHO

2.1 Introdução (Obrigatório)
Deve oferecer uma visão clara e simples do trabalho, informando:
·         Natureza e importância do trabalho
·         Justificativa da escolha e delimitação do tema
·         Relação do tema com o contexto social
·         Objetivo do trabalho
·         Definições e conceitos envolvidos
·         Organização e distribuição dos tópicos
A introdução deverá dar uma informação clara do conteúdo do trabalho para que se possa entender do que se trata o mesmo sem precisar recorrer a outras fontes.  Como se refere aquilo que foi desenvolvido no trabalho não deve ser escrito com o tempo do verbo no futuro.
A introdução, como primeira seção do texto, receberá sempre o indicativo 1 (um), conforme as normas de Numeração Progressiva de um Documento da ABNT (NBR 6024-1989).

2.2. Desenvolvimento (Obrigatório)
Tem por objetivo desenvolver a ideia principal do trabalho. Divide-se em capítulos, conforme o critério do autor do trabalho. Em geral, compreende a exposição de um tema de acordo com a literatura abordada, desde os seus conceitos até à evolução e principais tendências apontadas pelos diferentes autores consultados e indicados em forma de citações bibliográficas nesta parte do texto e, ao final do trabalho em referências bibliográficas.
A organização do texto será determinada pela natureza do trabalho e alguns capítulos poderão ser dispensados. Exemplificando: em uma monografia, capítulos como Resultados podem ser suprimidos, até porque em trabalhos dessa natureza podem não existir coleta de dados e o respectivo tratamento estatístico.
O desenvolvimento não é padronizado, porém, devem estar presentes:
·         Exposição – processo pelo qual são analisados os fatos ou apresentadas às ideias.
·         Argumentação – defesa da validade das ideias através dos argumentos, ou seja, do raciocínio lógico, das evidências obtidas, de maneira ordenada (metodologia e métodos de trabalho), incluindo-se uma classificação e hierarquia nas subdivisões dos títulos e subtítulos.
·         Discussão – consiste na comparação das ideias, refutando-se ou confirmando-se os argumentos apresentados, mediante o exercício de interpretação dos fatos e ideias demonstrados.

2.3  Conclusão ou considerações finais (Obrigatório)
 Aqui são destacadas as deduções a respeito do tema apresentado e reafirma-se sistematicamente a ideia principal.
Considerada uma das partes mais importantes, a conclusão (que também poderá ser denominada de Considerações Finais) deve ser uma decorrência natural do que foi exposto no desenvolvimento, sendo uma síntese interpretativa.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A VIDA DEVOLVE TUDO



NA VIDA É SIMPLES ASSIM....

JORNADA BIOLÓGICA 2013

A JORNADA BIOLÓGICA 2013 DA ESCOLA CAPITÃO SILVIO FOI SUCESSO TOTAL.
PARABÉNS E OBRIGADA  A TODOS QUE TORNARAM POSSÍVEL ESTE MARAVILHOSO EVENTO.